Veja: graves denuncias com relação a UPA do Jatobá

Há alguns dias vem se levantando uma polêmica em relação a UPA do Jatobá, dada uma proposta que alteraria a UPA para um Centro de Especialização e Imagem.

Dentro dessa polêmica alguns entendem que essa mudança não seria viável para a população e que até seria inconstitucional.

No intuito de levar a informação correta a nossos leitores a redação do CSS Notícias entrou em contato com a Secretaria de Saúde do Município de Patos, e por telefone conversamos com o Senhor Marcelo Negreiro, ele que é assessor de comunicação da prefeitura.

O que nós foi informado é que a proposta de transformar a UPA do Jatobá em um Centro de Especialização e Imagem é uma tentativa de contornar uma problemática que veio da gestão passada.

Segundo o Senhor Marcelo, o Governo Federal liberou 100% dos repascesses para a construção do prédio, porém a empresa responsável pela obra teria recebido todos os repasses de dinheiro e não teria concluído a obra.

Por supostamente haver essa irregularidade, a Prefeitura de Patos seria obrigada a devolver os repasses ao Governo Federal e desse modo o referido prédio passaria a ser do Município.

Ainda segundo a acessória de comunicação a prefeitura teria levado uma proposta ao concelho de saúde para montar onde seria a UPA do Jatobá o Centro de especialização e imagem, tornando-se uma alternativa mais viável do ponto de vista econômico.

Pois segundo informações da acessória só a UPA do campo da liga tem um custo de cerca de 400.000,00 (quatrocentos mil reais), ao Município.

Dentro desse entendimento ficaria o Concelho Municipal de Saúde, juntamente com os moradores daquela localidade com o poder de decidirem se será montado a UPA ou o Centro de Especialização.

Em meio a tudo isso a um fato bem mais sério, pois comprovado que 100% do repasse das verbas para a construção dessa UPA tenham sido feitos e não sendo concluída, caracteriza-se crime de desvio de verbas, comprometendo de forma direta a construtora responsável pela obra, a gestão passada e a Caixa Econômica Federal que teria feito os repasses sem que houvesse uma vistoria na obra.

Em breve traremos mais informações sobre esse caso; desde já fica aberto o espaço para representantes da gestão passada trazer esclarecimentos com relação a essa denúncia.

 

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